China Deaf Dancers
Belíssima aprensentação do grupo formado apenas por jovens surdas.
A Arte em consonância com os Três Fatores de Revolução da Consciência liberta.
Para conhecer e aprofundar-se visite os sites
http://amormaior.ning.com/
www.conscienciaignea.org
www.rumoaoser.org
Todos os temas discutidos devem estar dentro desta filosofia.
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A prisão do pensamento em "O amor além da vida"
Amor Além da Vida

titulo original: (What Dreams May Come)
lançamento: 1998 (EUA)
direção: Vincent Ward
atores: Robin Williams , Cuba Gooding Jr. , Annabella Sciorra , Max Von Sydow , Jessica Brooks Grant
roteiro:Ronald Bass, baseado em livro de Richard Matheson
O filme Amor além da vida (What dreams may come) traz reflexões bem interessantes.
Foi assim que encontrei a Gnose - por Reginilson Ferreira
Olá, eu me chamo Reginilson e estou lhe a presentando este filme que
contém a sadedoria que em 32 anos nunca vi em nem um outro lugar. Mas
isso foi apenas o início, logo fui descobrindo que isto sempre esteve
diante de todos mas ninguém vê.
Se compreende com o coração, acredito que compreenderá o conteúdo aqui tão claramente expressado.
Vídeos legendados explicando os ensinamentos gnósticos:
O aprendizado pelo sofrimento em "7 Anos no Tibet"
Este filme chama a atenção para vários pontos, faz um paralelo entre até onde vai o egoismo e a simplicidade. Heinrich Harrer teve que aprender através de sofrimentos físicos que o mundo e a posição que ele cultuava não significavam nada. Para isso ele teve que perder esposa, amigos e filho, até ser capaz de encontrar seu próprio caminho e encontrar os outros, e mesmo assim aprender que ainda é necessário desprender-se, pois cada um tem sua própria jornada.
O filme também mostra traços de culturas totalmente estranhas a cultura ocidental. Harrer também aprendeu a respeitar essas culturas. Não é uma questão de valorar ou comparar, mas simplesmente entender e saber apreciar o que os outros tem de melhor. Assim como vemos nos outros nossos próprios defeitos tembém podemos ver a beleza de cada um, há que se escolher qual dos dois é mais importante.
O filme também mostra traços de culturas totalmente estranhas a cultura ocidental. Harrer também aprendeu a respeitar essas culturas. Não é uma questão de valorar ou comparar, mas simplesmente entender e saber apreciar o que os outros tem de melhor. Assim como vemos nos outros nossos próprios defeitos tembém podemos ver a beleza de cada um, há que se escolher qual dos dois é mais importante.
Fernão Capelo Gaivota - o filme
Adaptação do livro de Richard Bach.
Um incentivo para o início do trabalho, porém a que se lembrar que livrar-se do ego e chegar ao domínio da vontade não é algo que se alcance tão facilmente como o filme pode sugerir.
As imagens são maravilhosas e bastante estimulantes, em momentos de dúvida e desesperança ajudam a acordar.
Um incentivo para o início do trabalho, porém a que se lembrar que livrar-se do ego e chegar ao domínio da vontade não é algo que se alcance tão facilmente como o filme pode sugerir.
As imagens são maravilhosas e bastante estimulantes, em momentos de dúvida e desesperança ajudam a acordar.
TODO MUNDO E NINGUÉM (GIL VICENTE)
Texto sugerido por Thiago T. C. de Souza no Grupo Amor Maior
Um rico mercador, chamado "Todo mundo" e um homem pobre cujo nome é "Ninguém", encontram-se e põem-se a conversar sobre o que desejam neste mundo. Em torno desta conversa, dois demônios (Belzebu e Dinato) tecem
comentários espirituosos, fazem trocadilhos, procurando evidenciar
temas ligados à verdade, cobiça, à vaidade e à honra dos homens.
Representada pela primeira vez em 1532, como parte de uma peça maior, chamada AUTO LUSITÂNIA (no século XVI, chama-se auto ao drama ou comédia teatral), a obra é de autoria do criador do teatro português, GIL VECENTE.
Um rico mercador, chamado "Todo mundo" e um homem pobre cujo nome é "Ninguém", encontram-se e põem-se a conversar sobre o que desejam neste mundo. Em torno desta conversa, dois demônios (Belzebu e Dinato) tecem
comentários espirituosos, fazem trocadilhos, procurando evidenciar
temas ligados à verdade, cobiça, à vaidade e à honra dos homens.
Representada pela primeira vez em 1532, como parte de uma peça maior, chamada AUTO LUSITÂNIA (no século XVI, chama-se auto ao drama ou comédia teatral), a obra é de autoria do criador do teatro português, GIL VECENTE.
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